+18 Conto Único 44 Leituras 6 min.

Eu e o tio da minha amiga

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"Quando eu estava com 18 anos tinha uma amiga que era muito colada comigo, sempre estávamos juntas para tudo, mas tudo mesmo, era pra ir ao shopping, a praia, cinema, bailes e realmente todos os lugares, então no dia do seu aniversário em que ela completava a mesma idade que a minha, fui convidada para a sua festa, mas vamos aos fatos."

Quando eu estava com 18 anos tinha uma amiga que era muito colada comigo, sempre estávamos juntas para tudo, mas tudo mesmo, era pra ir ao shopping, a praia, cinema, bailes e realmente todos os lugares, então no dia do seu aniversário em que ela completava a mesma idade que a minha, fui convidada para a sua festa, mas vamos aos fatos.
Cheguei na festa de aniversário da minha amiga atrasada, havia saído tão rápido de casa que nem tinha colocado calcinha, confesso que no caminho curti a sensação de ter a bucetinha descoberta. A festa estava no auge e Claudia, minha amiga, me apresentou seu tio, um senhor entre 44 e 48 anos com cara de safado e cabelos meio grisalhos, com corpo normal, mas que me chamou atenção, ele me olhou de cima até embaixo e disse que queria dançar comigo mais tarde, eu apenas sorri e concordei com a cabeça.
A festa era na fazenda dele, ele era viúvo, Claudia havia me falado que ele era um santo, só se fosse do pau oco, pois havia notado o volume na sua calça ao ser apresentada a ele. Dancei com alguns conhecidos, bebi, comi, enfim tudo uma delícia de festa, cheio de gente, música alta, estava louca para ir ao banheiro, Claudia falou para ir na casa do caseiro, que era mais limpo, e ele havia ido para a cidade com a família. Fui ao banheiro que realmente estava bem limpo e ao sair dei de cara com o tio da minha amiga. Ele disse:
- Está me devendo uma dança, meu bem...
Dei um sorriso sem graça e falei:
- Então vamos...
Ele pegou minha mão e alisando-a disse:
- Vamos dançar aqui, não tem ninguém...
Ele me levou para a varanda e começamos a dançar lentamente, seus lábios soprando meus cabelos, minha orelha, me arrepiando levemente, senti sua mão apertar minhas nádegas, trazendo meu corpo de encontro ao seu e fazendo-me sentir seu pau duro, minha xoxota ficou úmida, aquele coroa era um tarado, minha amiga tinha dó do titio, achava-o um santo, olhei em direção das vozes e da música, avaliando a situação, ninguém nos veria, estava muito longe e estávamos sozinhos ali.
Resolvi então aproveitar, aquele coroa era muito bonito e estava me deixando excitada, passei os braços em volta do seu pescoço e comecei a alisar seus cabelos grisalhos e sedosos, senti seu volume crescer mais de encontro ao meu corpo, passei a esfregar minha bucetinha no seu pau, ele falou:
- Isso tesudinha, mexe assim, vamos delícia...
Minha respiração ficou ofegante, ele levantou minha saia e apertou minha bunda nua e falou:
- Ora, ora que safadinha já veio sem calcinha...
Beijou-me enquanto passava a mão entre minhas pernas e ia tirando minha saia. Falou:
- Hummm, está molhadinha safadinha, vou te comer inteira...

Clímax Restrito

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