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Durante a pandemia comi minha vizinha

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"...Certo dia, ela bateu na minha porta e me convidou para comer uma torta que ela havia acabado de fazer e também me pediu ajuda para configurar o notebook dela, pois ela começaria a ter aulas da faculdade online. Sempre vi a Ruth com roupas fechadas e de calça, porém naquele dia ela usava um short rosa..."

Olá, meu nome é Ronaldo, e por meio deste conto, estarei relatando como me relacionei com a minha vizinha durante a quarentena. Tenho 20 anos, moreno, 1.78 de altura, corpo normal com uma leve barriguinha de cerveja, como fico dividido entre trabalho e faculdade, tenho pouco tempo pra frequentar academia, porém sempre que possível prático alguns esportes só pra me manter ativo mesmo.
Primeiro de tudo é preciso entender o contexto. Eu moro sozinho em uma kitnet alugada que fica em um prédio cheio de outras kitnets em uma cidade de Minas Gerais, onde trabalho e estudo na universidade. A minha família se mudou há 2 anos para o Paraguai, por isso, nessa época de quarentena não tive escolha, continuei quietinho em casa, seguindo as recomendações de segurança.
Há menos de duas semanas atrás, precisei sair de casa para comprar itens básicos, e me deparei com a minha vizinha de uns 40 e poucos anos, que havia se mudado há umas duas semanas, porém, ainda não havíamos nos conhecido por causa da quarentena, ela estava tentando fazer o carro dela funcionar. Me ofereci para ajudar ela se apresentou e se chamava Ruth, e me explicou que o carro já estava parado a mais de duas semanas e muito provavelmente a bateria estaria arriada.
Realmente esse era o problema, como tem o equipamento no prédio coloquei o carro dela pra pegar uma carga. Já que demoraria um pouco, avisei para ela que iria ao mercado rapidamente, e descobri que ela também iria, ofereci uma carona e ela aceitou. Passamos bem rápido no mercado e voltamos pra casa, já que a carga demoraria um pouco, ela educadamente me ofereceu um café, eu aceitei e ficamos conversando durante uma hora até a bateria carregar. Com a bateria carregada ela me agradeceu e cada um seguiu sua vida.
Porém desde aquele dia, devidamente apresentados, sempre que nós encontramos (ela mora na kitnet ao lado), ela sempre simpática puxava papo. Em uma dessas conversas, ela explicou que havia se mudado pra cidade para iniciar pós-graduação na mesma universidade que estudo.
Certo dia, ela bateu na minha porta e me convidou para comer uma torta que ela havia acabado de fazer e também me pediu ajuda para configurar o notebook dela, pois ela começaria a ter aulas da faculdade online. Sempre vi a Ruth com roupas fechadas e de calça, porém naquele dia ela usava um short rosa, bem curtinho e um top preto.
Naquele momento percebi o belo corpo dela, seios fartos, belas coxas, muito provavelmente frequentava academia. Conversamos a tarde toda, ela contou estar separada a alguns anos e que não tinha filhas, e que desde a separação não havia se relacionado com outra pessoa, quando notei que estava tarde me despedi e ela então me abraçou de maneira calorosa e agradeceu por fazer companhia para ela durante a quarentena. 
Já que não havia nada a perder, pedi o número dela pra que a gente pudesse conversar, e assim foi durante alguns dias, até o papo tomar um rumo muito bom. Um dia, ela me chamou para ajudar novamente a configurar o notebook, ela havia acabado de fazer uns exercícios e foi tomar uma ducha, mas fazia questão que continuasse arrumando o notebook. Em certo momento ela me chamou e disse precisar de um favor, havia esquecido a toalha em cima da cama (propositalmente) para que levasse para ela.

Clímax Restrito

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