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Minha esposa, a praia de nudismo e o amigo dela

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"Hoje, quando escrevo isso, já faz dez anos do nosso casamento, mas quando isso aconteceu éramos recém-casados. Minha esposa na época começou a trabalhar em uma firma de engenharia. Ela era, magrinha, bonitinha, inocente, o corpo e o rosto semelhante aos de uma atriz global da época, não me recordo o nome. Era feliz com a vida de casada. Até que um belo dia começou a falar de um certo colega, que teria um sítio perto de uma praia de nudismo, no Litoral Norte de Salvador."

Hoje, quando escrevo isso, já faz dez anos do nosso casamento, mas quando isso aconteceu éramos recém-casados. Minha esposa na época começou a trabalhar em uma firma de engenharia. Ela era, magrinha, bonitinha, inocente, o corpo e o rosto semelhante aos de uma atriz global da época, não me recordo o nome. Era feliz com a vida de casada. Até que um belo dia começou a falar de um certo colega, que teria um sítio perto de uma praia de nudismo, no Litoral Norte de Salvador. 
Aquilo me intrigou, mas não levei a sério. Um dia ela me disse que o tal amigo a convidou para conhecer o local e me chamou pra ir também. Ela falou para eu não me preocupar, porque ele também era casado e a mulher dele estaria na tal praia. No sábado, nós nos aprontamos e pegamos a estrada. O amigo dela, um rapaz negro, alto, corpo atlético, bem definido, nos recebeu na porta do sítio, dizendo que a mulher dele não fora, porque estava fazendo plantão. 
Não me importei com isso e fomos para a praia. O dia estava nublado e na praia havia poucas pessoas. Ele nos explicou que aquela parte, próximo ao sítio, era uma praia normal, mas que mais adiante, cerca de um quilômetro depois, era onde começava a praia de nudismo. Marina, minha esposa, fez uma cara de safada e perguntou se ele ia muito nessa praia, ele então respondeu:
- Às vezes, mas geralmente só tem gente velha e não chama muito a atenção. Vocês querem ir? - perguntou, sendo que antes de minha esposa responder eu me adiantei e disse que não, muito obrigado. 
Ele riu e fomos tomar umas cervejas na barraca. Foi onde Marina retirou a canga e mostrou o corpinho bem definido em um pequeno biquíni. Eu fiquei olhando a cara do colega dela, que ficou vermelha, mas não disse nada. Ficamos conversando amenidades. Por volta de meio dia, já tínhamos bebido várias garrafas, quando a própria Marina disse que devíamos fazer uma visitinha a tal praia de nudista, para gente dá risada - disse sorrindo.
Como eu estava um pouco tonto e também alegre, concordei e fomos os três andando pela praia. Ela de biquíni e nós dois de bermuda somente.
Quando estávamos chegando perto da praia, o colega dela falou que ninguém poderia entrar vestido e que nós teríamos de ficar nus também, se quiséssemos penetrar no local, o qual tinha lá suas regras. Eu gelei, mas para o meu espanto, Marina concordou prontamente, dizendo que iria tirar a roupa primeiro. Eu não estava acreditando. 
Para minha surpresa e alegria dele, ela tirou a parte de baixo primeiro, exibindo sua bucetinha e logo depois a de cima, deixando seus lindos peitos a mostra. Eu estava atônito, não sabia como explicar o fato de estar com minha mulher nua ao lado de um estranho. Eu não sabia o que fazer e, para não parecer que era um otário, também tirei a bermuda e a sunga, ficando todo envergonhado. Nesse instante, Marina disse toda safada: “Pedro, agora é a sua vez, também tire sua roupa!” E aí veio o espanto geral: O sujeito tirou a bermuda e baixou a sunga de vez, revelando um senhor pau: todo cheio de veia, longo e grosso como de um touro. Eu fiquei gelado, e a Marina pasma, o rosto rubro de constrangimento, suspirando: incrível! 
Ele deu uma risada e mandou que a gente fosse andando para ver a praia. Nós tentávamos andar normalmente, mas a imagem daquela pica balançando não saía nem de minha cabeça e muito menos da dela. À medida que andávamos, ficávamos batendo papo naturalmente tentando esquecer o acontecimento, porém o pau do cara ia endurecendo e ficando envergado, parecendo um mastro de um barco a vela. A situação ficou tensa, porque nada do que dizíamos fazia o pau dele amolecer, ao contrário, parecia mais empinado a cada momento. 
Eu olhava para um lado e para o outro, enquanto Marina não tirava o olho de cima do pau do sujeito. Constrangido com a situação, perguntei diretamente se ele iria ficar assim. Ele respondeu que às vezes a coisa amolecia, mas que ficou daquela maneira porque viu a Marina nua e depilada. Ele sugeriu que nós andássemos mais para a diante, porque haveria menos pessoas lá na frente e ele poderia tentar se aliviar.
Andamos para além do pedaço onde estavam as pessoas, chegando a uma praia bem deserta. Ali, eu me vi numa cena bizarra, ao lado de Marina aquele pau imenso do sujeito, impávido, duríssimo. Marina estava hipnotizada. Não sabia o que falar e quando olhei para suas pernas, estavam completamente molhadas, parecia que estava tendo um orgasmo. Era a cena mais pornográfica que eu tinha visto. 
Minha mulher estava babando. O colega dela então falou que quando pau dele estava assim ele precisava gozar de alguma forma e aí começou a masturbar-se. Marina quase desmaiou com o que via, o cara batendo uma punheta naquela anaconda bem em na sua frente. Ela não aguentou e perguntou, sem olhar para mim, se poderia tocar no pau dele. Eu fiquei estarrecido, em estado de choque.

Clímax Restrito

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