"Com o marido e o rapaz que conhecemos na praia - Somos um casal, ele 38 e eu 42. Tudo isso aconteceu num final de semana prolongado que resolvemos passar no litoral da Bahia. Ficamos em uma pequena casa alugada e logo no primeiro dia fomos para uma praia mais distante, de mar raso e extremamente calmo, sem onda alguma. Eu estava a fim de tomar Sol e ele só queria descansar numa sombra qualquer e tomar sua cervejinha. Quando chegamos ficamos sentados sob a sombra de uma árvore, onde comecei a me preparar para tomar sol."
Somos um casal, ele 38 e eu 42. Tudo isso aconteceu num final de semana prolongado que resolvemos passar no litoral da Bahia. Ficamos em uma pequena casa alugada e logo no primeiro dia fomos para uma praia mais distante, de mar raso e extremamente calmo, sem onda alguma. Eu estava a fim de tomar Sol e ele só queria descansar numa sombra qualquer e tomar sua cervejinha. Quando chegamos ficamos sentados sob a sombra de uma árvore, onde comecei a me preparar para tomar sol.
Sou loira; olhos claros, belo par de coxas grossas, bunda arrebitada, e um pequeno biquíni, que modéstia parte, com meus 42 anos me fazem uma delícia de mulher colocando muita menininha de 20 no chinelo.
Num dado momento comentei com meu marido que tinha um rapaz que parecia estar me paquerando. Ele discretamente olhou para ver quem era e percebeu que realmente havia um rapaz, aparentando uns 20 anos, negro, porte avantajado, conversando com alguns vendedores e poucos pescadores que ali estavam a uns 60m de nós. Ele notou que o rapaz parecia atraente e percebeu que eu estava gostando. Ele riu e me disse que era por eu estar muito linda e gostosa o cara estava me paquerando e não deu muita atenção, voltando a ler sua revista e bebendo sua cervejinha gelada.
Então me deitei de frente para o rapaz e fiquei tomando sol. Notei que numa olhada disfarçada, meu marido percebeu que o cara realmente estava me paquerando e eu paquerando ele. Percebi que ele ficou com ciúmes, mas ao mesmo tempo com uma excitação que era evidente.
Ele encheu um copo de cerveja e me ofereceu perguntando o que eu tinha achado do admirador. Respondi em tom de brincadeira que havia achado ele um gato. A partir daí eu percebi que algo poderia acontecer, pois ele estava se empolgando e se excitando com tudo aquilo, mas não queria demonstrar. Fiquei meio sem saber o que fazer; se paquerava o cara ou acabava com aquela situação. Meu marido então resolveu não intrometer-me na paquera, pois estava curioso para ver no que ia dar.
Ele continuou dando cerveja para para mim, e eu, que não sou muito de bebida, estava bebendo bastante. Ele então criou coragem e disse pra eu retribuir a paquera. Fiquei calada e pedi mais cerveja. Passamos um bom tempo trocando olhares e sorrisos disfarçados cada um bancando o tímido.
Essa era a primeira vez que isso acontecia, e eu estava achando muito gostoso ver meu marido notar que eu estava de paquerinha com outro cara bem ali na frente dele. Já havíamos falado sobre isso. Quando estamos transando ele insinua que tem outro cara comendo conosco e eu entro no jogo e gozo aos gritos, dizendo que se é pra satisfazer ele eu dou pra outro na frente dele. Mas naquele momento a coisa tava começando a acontecer, não era mais fantasia. Eu tava me insinuando para outro, e pra mim isso era muito excitante. Perto de onde estava o rapaz havia um vendedor de água de coco. Falei ao meu marido que iria dar uma olhada e pegar alguns cocos. Na verdade o que eu queria era chegar mais perto do meu admirador. Assim que eu cheguei o rapaz se deslocou para o mesmo lugar e meu marido ficou só observando.
Clímax Restrito
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