+18 Conto Único 79 Leituras 8 min.

Comendo a esposa putinha do meu sobrinho

Banner

"Comendo a esposa putinha do meu sobrinho. Ao conversarmos no dia a dia, comecei a dar indiretas de como achava ela gostosa, e com o passar do tempo ficamos bem íntimos e a coisa foi progredindo. Trocávamos mensagens, sempre que ficávamos longe dos olhares dos funcionários arranjava um jeito de dar uma encostadinha na sua bundinha fazendo questão de que ela sentisse como me deixava."

Comendo a esposa putinha do meu sobrinho
Isso aconteceu uns anos atrás, na época eu trabalhava em uma estatal que sempre contratavam estagiarias para o serviço burocrático.
Em um dia tive a grata surpresa de ver trabalhando na empresa a Luciana, recém-casada com meu sobrinho, filho da minha cunhada.
Luciana uma loirinha linda, 1.60m, 18 aninhos na época, olhos azuis, cintura fina, bundinha redondinha e durinha, peitinhos na medida com biquinhos que parecia querer furar o tecido fino das camisetinhas que usava, enfim um corpinho escultural com tudo no lugar por ser uma menina ainda.
Sempre tive o maior tesão por aquela gostosa desde que namorava meu sobrinho. Quando nos encontrávamos nas festas de família, por mais que tentasse disfarçar não conseguia tirar os olhos daquela pérola. Luciana percebia meu olhar guloso, mas não me dava trela, pois minha fama entre as mulheres da família era de ser muito galinha, mas todos me adoravam por ser o tiozão aventureiro, pois faço parte de moto clube e adoro viajar de moto.
Assim que vi a Luciana, rapidamente arranjei um jeito de trazer para minha gerência e passávamos a maior parte do tempo juntos. Levava ela para almoçar comigo todos os dias, e ela aos poucos foi se soltando e percebi que de santinha ela não tinha nada.
Ao conversarmos no dia a dia, comecei a dar indiretas de como achava ela gostosa, e com o passar do tempo ficamos bem íntimos e a coisa foi progredindo. Trocávamos mensagens, sempre que ficávamos longe dos olhares dos funcionários arranjava um jeito de dar uma encostadinha na sua bundinha fazendo questão de que ela sentisse como me deixava.
Luciana com um sorrisinho cínico no rosto dava um jeito de se afastar, mas sem antes dar uma sacadinha no volume que fazia na frente da minha calça, até que um dia após encoxar ela, a danada levou a mão pra trás e apertou verificando a circunferência do meu pau, deu uma apertadinha e disse:
- Tudo isso é por minha causa? Quando ia responder, apareceu um funcionário na nossa sala e ela disfarçou indo pra sua mesa.
Em pouco tempo percebi que ela me desejava tanto quanto eu a desejava. Percebia isso quando ficávamos a sós, nas saídas que dávamos a noite eu, minha esposa, ela e meu sobrinho para comer pizza e tomar um bom vinho, pois ela adorava. Meu sobrinho sequer desconfiava que estava louco para meter a rola na sua mulher e ela estava cada vez mais receptiva aos meus assédios.
Na época tinha 34 anos, 80 kg e um corpo legal já que sempre pratiquei esportes. Lembro que em um dia no serviço disse a ela que quando ficasse sozinha a noite era pra ela passar uma mensagem que estava louco de tesão de comer ela na sua cama. Luciana como sempre me olhava com uma carinha de safadinha e um sorrisinho cínico no rosto que me deixava com mais tesão ainda.

Clímax Restrito

Você chegou ao limite da degustação deste conto. Assine agora para continuar lendo este e outros conteúdos exclusivos do nosso acervo.

Já possui assinatura? Faça login.