"Nas férias, traí meu namorado com 2 rapazes - Meu nome é Mariane, e eu vou contar pra vocês o que aconteceu no verão passado. Eu sou uma jovem que fiz dezoito anos recentemente, sou loira, de olhos verdes e um corpo bem bonito até, me orgulho da minha bundinha empinada e dos meus peitos grandinhos que sempre chamam atenção por onde passo. Já fazem dois anos que eu namoro com o Rodrigo, mas... as coisas não vão muito bem entre a gente. Ele só pensa em trabalho, trabalho e trabalho... e isso acaba me frustrando muito, pois não temos tanto tempo próximos, até nosso sexo foi sendo deixado de lado."
Meu nome é Mariane, e eu vou contar pra vocês o que aconteceu no verão passado. Eu sou uma jovem que fiz dezoito anos recentemente, sou loira, de olhos verdes e um corpo bem bonito até, me orgulho da minha bundinha empinada e dos meus peitos grandinhos que sempre chamam atenção por onde passo.
Já fazem dois anos que eu namoro com o Rodrigo, mas... as coisas não vão muito bem entre a gente. Ele só pensa em trabalho, trabalho e trabalho... e isso acaba me frustrando muito, pois não temos tanto tempo próximos, até nosso sexo foi sendo deixado de lado.
Recentemente meus pais decidiram que iríamos fazer uma viajem de férias de verão. Eu estava animadíssima, mas como sempre o Rodrigo não pode ir com a gente, então eu fui sem ele mesmo assim.
Eu precisava daquela viagem. Meu namoro já estava num looping morno fazia tempo. Amava ele, claro… ou achava que amava pelo menos. Mas a rotina tinha virado uma areia movediça: quanto mais tentava sair, mais me afundava no tédio.
Quando meus pais disseram que iríamos passar as férias na Praia das Conchas, não hesitei. Sol, mar, e a chance de respirar longe da previsibilidade. Assim que chegamos eu não perdi tempo! Já subimos e colocamos as malas no quarto do hotel e fui logo me vestir para passear pela praia e ver aquela bela vista do mar. E ali estava eu, no primeiro dia, com meu biquíni preto que sempre me fazia sentir uma grande gostosa andando pela areia.
Estava louca para dar um mergulho naquelas águas, então não me contive. A água me chamava. Pulei as ondas como uma criança que esquece da vida. Só que o mar, aquele danado, decidiu brincar comigo. Uma onda mais forte veio e sai capotando e me afogando sem entender o rumo da vida, quando me levantei, ainda meio tonta de tanto rolar pelas ondas, senti um friozinho, foi quando vi o meu biquíni escorregar. A parte de cima quase foi embora — quase. Cobri o que pude, rindo sozinha… mas mesmo assim não consegui esconder totalmente os meus peitos. Envergonhada eu percebi dois olhares grudados em mim. Estavam ali, debaixo da sombra das árvores dois rapazes, bem bonitos até. Um deles, meio moreninho, mais contido e com cara de espantado, mas os olhos entregavam tudo: estava me devorando. Já o outro era quase da mesma cor que eu, e tinha um físico bacana ate, ele sorria como quem já sabia o final da história.
Eu podia ter me escondido. Podia ter ficado envergonhada. Mas, não. Algo dentro de mim — algo que andava adormecido — despertou. Me senti viva. Desejada. Um calor diferente percorreu meu corpo, e não tinha nada a ver com o sol.
Passei por eles fingindo não ver. Mas eu vi. Vi os olhares me acompanhando. E sorri, de canto, só o suficiente para manter o jogo interessante. Fui par ao hotel rapidamente, mas me senti envergonhada e com um calor no coração ao mesmo tempo, não tirava aquela sensação de ser desejada da mente, dormi pensando nisso, confesso que, talvez, eu estivesse a muito tempo com tesão acumulado. A tempos que eu não transava e confesso que, só de imaginar aqueles dois, a minha bucetinha estava louca para sentar no pau dos dois ao mesmo tempo...
Voltei no dia seguinte. Claro que voltei. Sozinha de novo, de propósito. Eles estavam lá. O mesmo lugar, os mesmos olhos me esperando, só que desta vez eles estavam de sunga, eu estava quase louca para poder ver o que estava ali dentro daquelas sunguinhas apertadinhas marcando aqueles paus. Me convidaram para jogar vôlei, tomei uma cerveja com eles. Conversamos sobre tudo e nada ao mesmo tempo. O mais moreninho se chamava Igor, e tinha 20 anos, já o mais musculoso se chamava Lucas, e tinha 23 anos de idade, ambos também estavam viajando para curtir as férias, e eram melhores amigos.
A tensão era deliciosa. Um deles me elogiou o sorriso. O outro disse que meu nome combinava com o mar. Tudo era leve, quente, insinuante. Confesso que fui um pouco oferecida, mas a tempos que não me sentia assim.
No último dia de viagem, o sol parecia querer marcar minha pele pra sempre. Me olhei no espelho antes de sair, e pela primeira vez em muito tempo, gostei do que vi. A tal centelha ainda queimava dentro de mim.
Eles estavam lá, claro. Já era quase um ritual silencioso: nossos olhos se buscavam como bússolas desorientadas. Me chamaram pra dar uma volta, tomar um sorvete numa barraquinha perto das pedras. Eu topei. A gente ria de tudo, como se o tempo estivesse congelado naquele verão.
Mas o destino — sempre com seu senso de humor esquisito — resolveu brincar de novo. Ao me virar pra responder alguma coisa, meu pé afundou em uma parte fofa da areia e boom — fui ao chão, rindo, com sorvete por toda a minha coxa e um pouco grudado na parte de cima do biquíni.
— Tá tudo bem? —Igor me ajudando a levantar.
— Só minha dignidade derretida aqui — respondi, tentando não rir.
— Vem, tem um banheiro de surfista ali atrás, você pode se limpar — disse o Lucas, apontando pra uma construção simples, meio escondida entre as pedras e os coqueiros. Parecia improvisada, mas tinha porta, sombra e um pouco de privacidade.
Aceitei.
Lá dentro, o cheiro de sal misturado com parafina e sol envelhecido criava um clima curioso. Comecei a tirar o excesso do sorvete com uma toalhinha que o de olhos escuros me emprestou, mas o ambiente era apertado, e estávamos perto demais.
Muito perto.
Quando me virei pra agradecer, meu rosto ficou a poucos centímetros do dele. E foi aí. Sem roteiro, sem ensaio, sem dúvidas. Ele me beijou. Calmo no início, como quem pede licença… mas logo cedeu à urgência que a gente vinha ignorando há dias.
O tatuado se aproximou também, com aquele olhar faminto que eu conhecia desde o primeiro dia. Me olhou como quem pede permissão, mas as minhas mãos já estavam nele. E então fomos os três — sem culpa, sem hesitação, como um segredo de verão que só faz sentido sob o som do mar.
Lucas me beijava com muita intensidade, eu sentia a sua língua passando na minha, o calor e a sua respiração era tão envolvente que me deixou com muito tesão. Não demorou muito para o Igor começar a descer as suas mãos, apertando a minha bunda como quem quisesse me devorar ali mesmo.
Aquilo era tão bom, tão perigoso que a adrenalina me deixou ainda mais excitada, só nós ali naquele escuro e apertado lugar. Foi então que eu também não me contive e me ajoelhei, com uma carinha de safada, implorando, com os olhos, para poder finalmente ver aqueles paus que eu tanto desejei esses três últimos dias.
Igor olhou pra minha carinha, passou sua mão na minha nuca e perguntou;
-Você está com uma carinha de safada Mariane, você quer o nosso pau na sua boquinha? Pede pra gente então vai. – Disse ele num tom bem dominador.
Clímax Restrito
Você chegou ao limite da degustação deste conto. Assine agora para continuar lendo este e outros conteúdos exclusivos do nosso acervo.
Este site contém materiais com restrição de idade. Se você é menor de 18 anos ou menor de idade no local de onde está acessando este site, você não tem autorização ou permissão para entrar ou acessar qualquer um de seus materiais.
Se for maior de idade ao entrar no site, você concorda em cumprir todos os Termos e Condições. Você também reconhece e concorda que não se ofende com nudez e representações explícitas de atividade sexual.
Ao clicar em ENTRAR, você confirma ter mais de 18 anos e concorda com o uso de cookies funcionais (LGPD).