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Meu sogro fazendeiro fodeu meu cuzinho

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"Meu sogro fazendeiro fodeu meu cuzinho - Ele sem se importar com meu desespero; segurou-me pelos ombros me obrigando a olhar fixamente pra ele: - Vou ter que ter certeza que você ainda é virgem, senão não deixo você se casar com meu filho! - Como Sr. Juca; vai querer me levar em algum médico? - Não! Eu mesmo; já estou acostumado em ver se uma égua já levou pica ou não!... Quase tive um enfarto; mas se era pra garantir meu casamento com o Plínio, respirei fundo: - Tudo bem Sr. Juca! Mas o Sr. vai prometer que vou continuar virgem pro seu filho! -Isso eu prometo, só vou ter que conferir se essa sua bucetinha nunca foi comida mesmo."

Meu sogro fazendeiro fodeu meu cuzinho
Por ter sido uma menina pobre e morando num bairro muito pobre, um dia resolvi que poderia ter uma vida bem melhor pra mim. Por todos dizerem que eu era muito bonita e que tinha um lindo corpo, achei que podia usar esses meus atributos pra mudar meu destino. Estudiosa, tinha um namoradinho aqui e outro ali, mas nunca deixava nenhum deles ultrapassar dos limites... Só permitia mão naquilo e aquilo na mão; boca naquilo (adorava chupar) e só um é que deixei colocar na minha bundinha. Entrei pra faculdade com 18 anos e ainda virgem (pelo menos na xoxota). Foi na faculdade que conheci o Plínio (21 anos); filho de um pequeno fazendeiro da cidade que logo se apaixonou por mim. Sendo Plínio um dos bons partidos; para as meninas solteiras, resolvi dar um pouquinho de confiança pra ele. Começamos a namorar e logo que ele soube que eu era virgem foi me pedindo em casamento. Meu sogro era um homem bastante rude; acostumado com cavalos e vacas, também ficou todo encantando ao saber que eu era uma menina ainda pura...
O meu namorado Plínio contou pro pai pra poder convencê-lo a deixar se casar comigo. Estávamos começando os preparativos pro casamento, que ia ser na fazenda com toda pompa de uma grande festa; quando sozinha com meu sogro ele veio me perguntando se eu conhecia um tal de Gilberto; filho de Dona Dina... Fiquei trêmula na hora; pois Gilberto foi o tal (o único) que eu tinha deixado comer minha bundinha. Mas, procurando me controlar; já que era quase impossível dele saber o que tinha acontecido entre eu e Gilberto, resolvi falar o que achei que ele podia ter descoberto:
- Ah! Tive um rápido namorico com ele; nada sério!
- Nada sério mesmo? Não foi isso que fiquei sabendo!
Novamente tive que me controlar pra não demonstrar meu nervosismo:
- Por quê? Alguém andou fazendo alguma fofoca com meu nome?
Foi quando ele; com aquele seu jeito de mandar na vida das pessoas, simplesmente falou que tinha investigado minha vida e descoberto que andei namorando com vários rapazes e que não era tão pura como me fazia parecer:
- Mas! Mas Sr. Juca; juro que sou virgem como o Plínio falou pro Sr.!
Ele sempre muito sério, não hesitou um instante pra me dizer que alguém lhe contou que tinha me visto atrás da igreja dando pro Gilberto. Tentei dizer que era mentira, que tudo devia ser ciúmes de alguém quando ele me falou que a pessoa era uma senhora já de idade e que não tinha motivo nenhum pra mentir pra ele. Com medo de ver minha oportunidade de ser alguém na vida ir pro água abaixo; resolvi:
- Juro! Juro pelo que há de mais sagrado que ainda sou virgem; mas foi uma única vez (menti - foram várias vezes) que deixei esse tal de Gilberto fazer sexo na minha bunda... Pode acreditar em mim Sr. Juca!
Ele sem se importar com meu desespero; segurou-me pelos ombros me obrigando a olhar fixamente pra ele:
- Vou ter que ter certeza que você ainda é virgem!
- Como Sr. Juca; vai querer me levar em algum médico?
- Não! Eu mesmo; já estou acostumado em ver se uma égua já levou pica ou não!...
Quase tive um enfarto; mas se era pra garantir meu casamento com o Plínio, respirei fundo:
- Tudo bem Sr. Juca! Mas o Sr. vai prometer que vou continuar virgem pro seu filho!
-Isso eu prometo!
Ele me entregando uma chave me fez ir até uma pequena casa afastada da casa grande e ficar esperando por ele; recomendando:
- Só não deixe ninguém te ver entrando lá; hein?
Muito abalada com aquilo tudo, mas resolvida garantir meu futuro, fui andando como se estivesse apreciando algumas flores e me esgueirei por entre algumas arvores até chegar na tal casa. Dez minutos chegou o Sr. Juca que foi me fazendo subir sobre uma mesa abandonada; mas limpa, ordenando que tirasse minha bermuda. Constrangida, tirei e fiquei só de calcinha. 
Ele me obrigando a deitar rapidamente tirou minha calcinha e me fez ficar com as pernas abertas. Quando senti seus dedos abrindo meus lábios vaginais senti um tremor se apoderar do meu corpo... Ele descaradamente com a cara entre minhas pernas passando a ponta do dedo na entrada da vagina:
- Hummmm... Pelo que estou vendo você está falando a verdade; não é que você é virgem mesmo?
- Tá vendo Sr. Juca... Nunca me entreguei pra homem nenhum!
Foi quando senti seu dedo molhado com meu liquido vaginal entrando no meu rabo. Tentei me afastar, mas ele segurando uma das minhas coxas:
- Mas já deu o cuzinho; não foi?
- Mas! Mas foi uma vez só Sr. Juca!
Ele empurrando todo seu dedo pra dentro e mexendo com ele dentro de mim:
- Não precisa ficar com medo Gisele; não vou impedir que você se case com meu filho... Mas só que você vai ter que ser boazinha pra mim!
Quando vi que ele tirou o dedo do meu rabo e foi desabotoando as calças:
- Você prometeu que ia me deixar virgem Sr. Juca!

Clímax Restrito

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