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Casal exibicionista brincando no ônibus

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"Olá, eu sou Matheus, tenho 36 anos, e minha mulher Cris, de 42 anos. Para quem ainda não sabe, vou explicar, minha esposinha é uma verdadeira dama na mesa e uma puta na cama, do jeito que sempre sonhei. Ela é branquinha, 1,62m, 55kg, uma bunda deliciosa, de lábios levemente carnudos, uma bucetinha que vive querendo um pau bem duro, um par de seios maravilhosos, suculentos, deliciosos. Amo chupar eles, sou alto, 1,86m 100 kg, um pau de 16 cm, mas grosso. Eu e minha mulher costumamos viajar bastante, adoramos conhecer novas cidades e pessoas, e algumas vezes fazemos alguns amigos e amigas por aí, rs. Algumas dessas vezes viajamos de ônibus, onde podemos curtir a viagem, ir juntinhos e namorando."

Olá, eu sou Matheus, tenho 36 anos, e minha mulher Cris, de 42 anos. Para quem ainda não sabe, vou explicar, minha esposinha é uma verdadeira dama na mesa e uma puta na cama, do jeito que sempre sonhei. Ela é branquinha, 1,62m, 55kg, uma bunda deliciosa, de lábios levemente carnudos, uma bucetinha que vive querendo um pau bem duro, um par de seios maravilhosos, suculentos, deliciosos. Amo chupar eles, sou alto, 1,86m 100 kg, um pau de 16 cm, mas grosso. Eu e minha mulher costumamos viajar bastante, adoramos conhecer novas cidades e pessoas, e algumas vezes fazemos alguns amigos e amigas por aí, rs. Algumas dessas vezes viajamos de ônibus, onde podemos curtir a viagem, ir juntinhos e namorando.
Numa dessas, saímos com destino à Arraial do Cabo, região dos Lagos do RJ e já era noite e eu cochilava, havia trânsito na rodovia e eu estava um pouco cansado. Cris me acordou com lambidinhas na orelha e falando “acorda meu macho…”
Claro que acordei num pulo só e até achando que já estava chegando, mas ainda faltavam pelo menos uns 80km até o destino.
Ela olhava pra mim com aqueles olhos de menina doce e mulher louca que sempre me faziam perder meu rumo. Abraçou-me e disse baixinho enquanto sua mãozinha levada alisava meu peito:
– Dê uma olhadinha amor, estamos quase sozinhos no ônibus…
Olhei e realmente aparentemente só estávamos nós, o motorista e um outro casal lá nas primeiras poltronas. Nós estávamos lá mais no fundo.
Dei-lhe um beijo molhado apertando seu seio e já abrindo um dos botões de sua blusa e disse:
– A senhorita quer fazer aquela brincadeirinha do ônibus que já falamos tanto?
– Uhum…sua Cris quer sim…quer brincar…e você amor, quer brincar com sua Cris?
Ela nem terminou de falar e eu já havia colocado seus seios pra fora e comecei a brincar com eles, beijando, lambendo e mordendo do jeitinho que ela gosta. Ela já foi pegando no meu pau que se encontrava duro e deixando ele exposto, me batendo uma punheta enquanto eu me deliciava em suas tetas gostosas.
Ela gemia bem baixinho, colando sua boca em minha cabeça, me mordendo e beijando a orelha e testa. Reclinamos o banco e eu continuava mamando muito seus seios, aqueles mamilos que me deixavam alucinado e faminto. Ela já tinha tirado meu pau pra fora e já o alisava enquanto eu me deliciava entre seus seios maravilhosos. De repente fomos tomados por um susto que nunca sofremos na vida: havia um passageiro em um dos bancos ainda mais atrás do nosso que não percebemos. Ele se levantou e sentou-se ao nosso lado na fileira em uma poltrona como se não tivesse notado nossa farra.

Clímax Restrito

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