"Olá a todos. Quem está falando é Vick, e o que irei contar aconteceu quando eu tinha dezoito anos. Eu sou morena quase negra, 1,60m, magrinha na época e cabelos nos ombros geralmente alisados com chapinha, sem falar dos meus seios grandes que sempre chamaram atenção."
Olá a todos. Quem está falando é Vick, e o que irei contar aconteceu quando eu tinha dezoito anos. Eu sou morena quase negra, 1,60m, magrinha na época e cabelos nos ombros geralmente alisados com chapinha, sem falar dos meus seios grandes que sempre chamaram atenção.
Eu cresci em uma periferia, e nessa época, o local onde eu morava não era asfaltado e tinha muitos terrenos baldios, o que era perfeito para uma brincadeira: pique esconde, ou esconde esconde como se fala em algumas partes do Brasil.
Pois bem. Eu já não brincava há anos, mas em uma tarde uns colegas da rua, além de alguns primos e dois dos meus irmãos estavam brincando e me chamaram, então resolvi me dar esse pequeno prazer. A faixa de idade deles era um pouco abaixo da minha, mas foda-se, estava a fim de brincar e brincamos mesmo.
A brincadeira estava normal, até que em um momento foi a minha vez de procurar. Fechei os olhos, contei e fui procurar. Enquanto andava olhando para as árvores, ouvi vozes vindas de um dos terrenos que mencionei então pensei “tem gente escondida ali”, e fui.
Passei por uns arbustos, desviei de montes de lixo e já no fundo do terreno, vi uma cena que eu nunca imaginaria: a minha prima Ingrid, da mesma idade que eu, a santinha da família, chupando o pau de um dos garotos lá da rua.
Eu fiquei olhando aquilo, chocada, mas em pouco tempo comecei a ficar excitada. O garoto era feio, mas a Ingrid era bem bonita, branca, cabelos longos cacheados, belas pernas e seios médios, e apesar de sermos da mesma idade, era mais alta do que eu.
Fiquei escondida, admirando aquela boquinha sugando uma rola, e minutos depois, o garoto gozou. Minha prima tirou o pau da boca e cuspiu a porra fora.
– Eu falei pra você não gozar! – ela reclamou.
– Desculpa gata, você chupa tão gostoso que não aguentei.
Ela se limpou precariamente e foi nesse momento que ela me viu, ficando pálida de susto. O garoto não percebeu que eu estava ali, e Ingrid disfarçou para que ele não percebesse.
Um tempinho depois, eu fingi que tinha encontrado os dois naquele instante, “bati” o nome dele. A minha prima, extremamente sem graça, disse que ia para casa, logo, eu também saí da brincadeira e fui atrás dela.
– Sua boca tá suja – brinquei, e ela, levando a sério, esfregou sua camisa desesperadamente nos lábios.
– E agora? – ela perguntou, envergonhada.
– Limpou.
– Vick, por favor, não conta isso pra ninguém.
– É claro que não vou contar, mas bem que você merecia um garoto mais bonito...
Ela não respondeu, não sei dizer, mas talvez ela o achasse o gato do bairro. Enfim, andamos um quarteirão até chegar à casa dela.
– Obrigada Vick, por não contar meu segredo, prometo que não faço mais isso.
– Não vai me convidar pra entrar? Eu to te acobertando, é o mínimo que você deve fazer.
Ela então me chamou pra entrar. Eu estava curiosa, um boquete não era novidade pra mim, eu mesma já tinha chupado vários caras e dado pra alguns, mas não imaginava que a minha prima que todo mundo achava que era santinha tava mamando rola por aí.
– Eu vou tomar um banho, pode ligar a televisão e se quiser assaltar a geladeira fica à vontade, só tem a gente em casa mesmo.
Eu estava me sentindo poderosa, dona de um segredo. É claro que eu não queria fazer chantagem ou coisa assim, mas como eu sempre fui muito zoeira, ia torturar a coitada até enjoar.
Fiz o que ela falou, fui até a geladeira e peguei um iogurte, depois liguei a TV e fiquei sentada na sala. Enfim ela saiu do banho, usando um micro short e uma camiseta branca sem sutiã.
Seus cabelos molhados faziam a água escorrer por sua blusa, deixando seus mamilos bem a mostra, e sem perceber eu estava olhando e babando.
– Olha, to parecendo com você àquela hora – eu espalhei um pouco de iogurte na minha boca, tentando descontrair pra ver se parava de olhar pros seios dela.
– Para sua escrota – ela reclamou.
– Falando sério agora, o que você viu naquele garoto? É feio, tem pau pequeno e gozou na sua boca sem permissão.
– Nem eu sei, ele começou a vir pro meu lado, foi me dando tesão e aconteceu.
– Foi a primeira vez?
– A terceira. Mas antes que me pergunte, ficou só na boca mesmo, ainda sou virgem.
– Beleza. Mas e aí, pelo menos ele chupou sua bucetinha direito?
– Chupar? Como assim? – ela parecia confusa.
– Meu Deus, como assim o cara dá o pau pra você chupar sem mais nem menos, goza na sua boca e nem faz um oral em você?
– Hum... você já fez?
– É claro que já, é a melhor coisa que existe. Eu tenho uma condição, se não der umas boas lambidas na minha buceta, o pau não chega nem perto dela.
– Que horror, como você é depravada...
– Pelo que eu vi você não fica muito atrás não – dei risadas, e ela ficou com vergonha – desculpe minha falta de modos, mas sabe que eu nunca vou contar.
– Obrigada!
Ela me abraçou, e eu adorei sentir o seu calor, cheiro e maciez da pele. Agora era oficial, eu estava com tesão na minha prima.
– Sabe, agora que você tá começando a pensar em sexo, deveria se preocupar mais com o seu prazer, homem é bicho abusado e se você se descuidar, vai fazer tudo o que eles querem e você fica de pista.
Ingrid me olhava atenta, como se quisesse aprender algo.
– Por exemplo, você se masturba?
– Ah... – ela ficou vermelha, hesitou, mas acabou respondendo – às vezes.
– Então me mostre como você faz.
– Mostrar?
– É. Somos primas, amigas, nós duas somos garotas, não tem do que ter medo, é só pra eu te dar umas dicas se você estiver fazendo errado.
Tudo bem, essa eu já fiz e malícia mesmo. Como meu argumento foi bom, ela tirou o short, botou a calcinha pro lado e pude ver sua bucetinha pequena, com pelos ralinhos e bem fechadinha. Ela começou a massagear o seu grelinho, me deixando molhada com aquela visão.
– Você faz bem, mas fica melhor se você tirar a roupa toda. O povo da sua casa chega que horas?
– Só de noite.
– Ótimo, temos bastante tempo.
Ela obedeceu, tirando a calcinha e a blusa. Que corpo perfeito, seios médios e durinhos, mamilos rosados, pele lisinha, bunda redondinha e a buceta nem se fala. Se eu não estivesse tão excitada, ficaria com inveja.
– Agora sente no sofá e abra bem as pernas.
Ela ainda estava envergonhada, mas percebia que ela queria muito que eu ensinasse algo que a fizesse ter mais prazer, então ela o fez, abriu as pernas, me deixando ver totalmente sua bucetinha.
– Agora me mostre como você faz.
Ela ficou massageando o grelinho. Minha vontade era cair de boca ali mesmo, mas cada coisa ao seu tempo.
– Você faz bem, já chegou a ter orgasmo?
– Não sei.
– Então nunca teve, se tivesse saberia. Sabia que acariciar os seios ajuda? Tente.
Ela continuou se tocando, mas a outra mão foi para os seios. Ela ficou apertando e acariciando.
– E aí, ficou mais gostoso?
– Pra ser sincera não.
– Outra mão é sempre melhor, veja.
Eu cheguei perto dela e passei levemente meus dedos nos seios dela, fazendo sua pele arrepiar. Nesse momento, tive a certeza que eu ia traçar minha priminha naquele dia.
– Nossa, o que foi isso? – ela ainda não entendia bem o que estava acontecendo.
– Não falei? E agora, veja o que você sente.
Clímax Restrito
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